quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Talvez no dia de amanha
E aqueles olhos me olharam, como se escondesse um segredo, e naquele instante eu me perdi, e não pude me encontrar. Sentimentos? Para que eles servem? Só para me deixar confuso... Conseqüência, consciência? Eu não sei responder... É como um sonho que eu não quero mais acorda.
E talvez eu perca meu tempo mais uma vez, e a vontade de sentir você irá crescer. Expressar tudo isso não é tão difícil, e esses sonhos em preto e branco que nunca passam...
Vou apenas admirar a sua beleza, vivendo uma incerteza. Talvez no dia de amanha.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Como eu queria que tudo parasse, que mundo estúpido. Como sou um imbencil. Não consigo me definir de outra maneira, gostaria de não ter esperança e eu vou apenas dizer o que eu penso... Tudo insanidade.
E quem diria que chagamos a que, eu não posso dar motivos, e a rotina acaba comigo, eu sou apenas um fantoche das minhas ilusões.
E hoje eu me sinto triste perdido nessa cidade, será que me encaixo nesse lugar como uma peça de xadrez? Eu espero que não. Eu não quero jogar esse jogo. E caminharei sozinho, como sempre, em busca de uma resposta.
Eu queria que minhas palavras fizessem sentido.
domingo, 21 de agosto de 2011
Tarde de Mais
Essa noite eu beijo a sua mão... Eu nunca imagine em te conhecer. O seu andar pela sala, seu cabelo. Cada movimento, cada olhar, eu deveria para e pensar, eu estou gostando mais uma vez, me apaixonando por você.
E que mal teria nisso? Eu não sei. Eu deveria deixar esse sentimento me levar, para um lugar bem longe onde eu me confortaria no calor dos seus braços, sonhar sem medo de ser feliz... Mas é tanta insegurança, tantos motivos para não da certo, sofrimento? Seria apenas mais uma história, uma parte da minha vida que eu deveria esquecer.
E são tantas idéias, pensamentos e sentimentos. Tudo me diz que é você, com sua voz. Eu apenas quero olhar em seus olhos e dizer o que deveria ser dito... Um dia quem sabe tomo coragem.
Ate lá, será tarde de mais...
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Repetindo palavras
Eu poderia fugir do controle, deixar cada pensamento me levar à perdição. Eu deveria reescreve minha historia, moldar as soluções necessárias para cada momento que perco o sentindo. A cada instante que eu tentei, apenas fingi que eu poderia vencer esse jogo, de memórias vivas, parece que estou vivendo e vendo tudo outra vez.
E cometo os mesmo erros, deixando os conselhos de lado, sabendo que estou errado. Eu deveria mudar, tentar. Afundando em minha própria ignorância, dando murro em ponta de faca, que só fazem sangra e cicatrizar, a mesma historia todo dia.
E eu vivo em um mundo podre, cheio de decisões e caminhos a seguir... Dividido entre razões, sonhos, soluções, emoções. Repito tantas palavras, desejos, queria que o vento me levasse; e o tempo passa, e estou ficando mais velho, sem motivos...
E eu vou lembrar do tempo que eu só tinha que me preocupar com qual brinquedo eu queria brincar.
domingo, 7 de agosto de 2011
Meu sacrifício
Hoje eu abri meus olhos, e idéias sem sentindo consumiram minha cabeça. Eu poderia ter feito tantas coisas, completado tantos planos, deixado tantos erros, deveria te “vivido” mais. E por onde começar? Eu queria entender tantas coisas, falar tantas palavras... Eu apenas não sei mais o que dizer, é segurar a lagrima que nunca vou chorar.
E eu vi a esperança nos olhos de quem eu amava, e isso parece que nunca fez a diferença. Eu ainda procuro maneiras de pedir desculpas pelos erros que nunca cometi. Quem sabe da próxima vez eu seja algo melhor, mas não posso esquecer que “outra vez” eu não terei.
E eu vou fechar meus olhos mais uma vez, quem sabe eu possa entende meu coração.
Continuar vivo, esse vai ser meu sacrifício...